Que pena olhar um país imenso como nosso amado Brasil e darmos conta que não existem políticas públicas adequadas para a realidade atual, por uma falta de qualidade nos projetos. A imprensa nos mostrou que no transporte o caos formou longas filas de quilômetros de caminhões e carretas nas estradas dos diversos Estados chegando a grandes distancias e interferindo nos mais diversos setores produtivos por sete dias de paralisação. Segundo informe os setores mais afetados foram os produtos agrícolas, avicultura, indústrias de laticínios, bens industriais e outros, que inclusive elevou os valores dos alimentos.
foto: eshoje.jor.br
O país não ficou parado totalmente porque os sindicalistas não quiseram, mas da mesma forma muitos serviços ficaram afetados. Isso porque é fácil promulgar leis, o maior trabalho esta na sua aplicação e adaptação. O protesto dos caminhoneiros é contra a regra do governo, que exige intervalo de descanso mínimo de 11 horas a cada 24 horas. A maior reclamação dos afetados é a falta de áreas de descanso nas rodovias do país e as medidas de segurança.
Segundo o presidente da União Nacional dos Caminheiros, José Araújo China da Silva, que esteve reunido com o ministro dos Transportes, Paulo Passos "o impacto era para todo o mundo nos diversos setores".
Para o presidente do Movimento União Brasil Caminheiro, Nélio Botelho, "a paralisação chegou a 75% nas garagens e nas rodovias". Já o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, que representa 1,2 milhão de caminhoneiros no país "a saída não é destruir o arcabouço legal existente, e sim aparar as arestas".
Em opinião de uma grande parte de caminhoneiros "parar a cada quatro horas uma viagem de um dia se transformara em dois" não existindo tempo de fazer outra carga e existem ainda outros problemas que são as cidades que tem horário em que os caminhões podem entrar.